Resistências elétricas para injetoras, extrusoras, moldes e matrizes. Engenharia térmica para reduzir paradas, manter o ciclo estável e transformar plástico em resultado.
Projetos personalizadospara cada aplicação industrial
TRANSFORMAÇÃO DE PLÁSTICOS
Experiência térmica para sua produção manter o ritmo.
Injeção, extrusão, sopro e termoformagem trabalham com equipamentos e zonas de aquecimento diferentes. Por isso, a escolha da resistência considera onde ela será instalada, o material processado, o ciclo da máquina e as condições elétricas disponíveis.
Desde 1987, a Casa das Resistências aplica sua experiência em aquecimento industrial ao setor plástico. A equipe ajuda a especificar componentes para cada aplicação — do aquecimento de cilindros, bicos e moldes à distribuição de calor em matrizes e painéis infravermelhos.
01Conhecimento por processo Experiência aplicada às etapas de injeção, extrusão, sopro e termoformagem.
02Especificação com contexto Formato, dimensões, potência e conexão são definidos considerando a máquina e a aplicação.
03Orientação técnica Apoio para reunir os dados da operação e avançar na escolha do aquecimento adequado.
SOLUÇÕES POR APLICAÇÃO
Aquecimento para cada processo do plástico.
Explore soluções para injeção, extrusão, sopro e termoformagem. Abra um produto para consultar aplicações, dados técnicos e solicitar dimensionamento.
Aplicação 01
Injeção de Plásticos
Soluções para cilindros, moldes, bicos e sistemas de câmara quente.
Na injeção, o aquecimento acompanha o material desde a plastificação no cilindro até a entrada no molde. Bicos, canais quentes e moldes trabalham em zonas diferentes, que precisam responder ao ciclo e à geometria da peça. A especificação considera a posição de cada zona, o espaço de montagem e a estabilidade térmica necessária à produção.
Zonas térmicas
Cilindros, bicos, buchas quentes, manifolds e moldes.
Ponto de atenção
Distribuição de calor e controle de temperatura em cada etapa do ciclo.
Soluções relacionadas
Coleiras, cartuchos, microtubulares, tubulares e sensores.
Aquecimento de cilindros, cabeçotes e matrizes de extrusoras.
Na extrusão, o material percorre o canhão e chega ao cabeçote em operação contínua. O aquecimento é distribuído por zonas ao longo do cilindro e da matriz, conforme o polímero, a geometria do equipamento e a velocidade da linha. A solução deve combinar contato térmico, potência e eventuais recursos de dissipação ou resfriamento.
Zonas térmicas
Canhão, bicos, cabeçotes, matrizes planas e prensas.
Ponto de atenção
Perfil de temperatura estável ao longo do fluxo contínuo de material.
Soluções relacionadas
Coleiras, resistências fundidas, cartuchos, planas de mica e termopares.
Aquecimento de sopradoras, cabeçotes acumuladores e pré-formas PET.
O sopro reúne configurações distintas: extrusão com cabeçote e molde, ou aquecimento de pré-formas PET antes do estiramento e da insuflação. Em cada caso, a zona aquecida, a resposta do equipamento e a repetição do ciclo orientam a escolha. O dimensionamento parte da máquina e do material efetivamente processado.
Zonas térmicas
Cabeçotes, cilindros, moldes e pré-formas PET.
Ponto de atenção
Aporte de calor compatível com o material, a geometria e o ritmo do ciclo.
Soluções relacionadas
Coleiras, fundidas, cartuchos e emissores infravermelhos.
Emissores e painéis infravermelhos para termoformagem e secagem.
Na termoformagem, a chapa precisa atingir uma condição térmica adequada antes de ser conformada. Emissores infravermelhos aquecem a superfície sem contato, e sua distribuição influencia a cobertura e o perfil de temperatura. Distância, área, espessura do material e velocidade da linha ajudam a definir o tipo e a disposição dos emissores.
Zonas térmicas
Chapas, estufas e áreas de secagem ou cura.
Ponto de atenção
Cobertura e distribuição do calor antes da etapa de conformação.
Soluções relacionadas
Calhas, lâmpadas, placas e painéis infravermelhos.
Ainda não sei qual resistência preciso. Posso pedir ajuda?+
Claro. Conte em qual máquina a peça trabalha e onde fica o aquecimento. Se tiver uma foto, as medidas ou o código da peça antiga, já temos um bom começo para entender sua necessidade.
O que ajuda a equipe a avaliar minha aplicação?+
O processo, o modelo da máquina e a região que precisa de aquecimento ajudam bastante. Tensão, potência, medidas e uma foto também dão contexto, se você tiver essas informações.
Quais processos vocês atendem nesta página?+
Aqui você encontra soluções para injeção, extrusão, sopro e termoformagem de plásticos. Se sua produção combina mais de um processo, conte pra gente no campo de necessidade.
Por que o formulário pede o CNPJ?+
Esta página é voltada a empresas e operações industriais. O CNPJ ajuda a identificar sua empresa e encaminhar a solicitação ao atendimento industrial.
O que acontece depois que eu preencho?+
Ao continuar, o comercial recebe o registro da sua solicitação por e-mail. O WhatsApp também abre com uma mensagem pronta para você revisar e enviar.
Aquecimento elétrico industrial para grandes operações, desde 1987.